{"id":3189,"date":"2022-04-27T08:00:00","date_gmt":"2022-04-27T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/?p=3189"},"modified":"2022-07-08T11:58:42","modified_gmt":"2022-07-08T14:58:42","slug":"lembranca-07","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/2022\/04\/27\/lembranca-07\/","title":{"rendered":"Lembran\u00e7a 07"},"content":{"rendered":"\n<p>Meu Primeiro Comando de Fato!<br>&nbsp;<br>Por Iber\u00ea Mariano da Silva<br>&nbsp;<br>Era um bel\u00edssimo dia de sol.<br>Pregui\u00e7osamente, abria os olhos e me emocionava com os raios f\u00falgidos que atravessavam as janelas antigas, mas bem conservadas, de um dos alojamentos do Forte Copacabana.<\/p>\n\n\n\n<p>Sim, Forte Copacabana, ele e outras Organiza\u00e7\u00f5es Militares proporcionavam aos Cadetes da AMAN, nas f\u00e9rias e licenciamentos, alojamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Eram mais de 11:00 h.<\/p>\n\n\n\n<p>Perdera o caf\u00e9 da manh\u00e3, mas dormira o sono dos justos, pois eu e mais cinco hav\u00edamos chegados bem tarde \u00e0 noite.<\/p>\n\n\n\n<p>Era, eu, Cadete do 4\u00ba ano da primeira turma de quatro anos da AMAN, e \u00e0 tarde iria ter com a Tania, minha doce noiva.<\/p>\n\n\n\n<p>O dia era 19 de julho de 1967, uma quarta-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>Tr\u00eas Cadetes j\u00e1 haviam levantado e sa\u00eddo para aproveitar a manh\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo calmo e pensando na vida, quando, de repente, irrompe no alojamento um Tenente Coronel.<\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00f3s, Cadetes, um quase semideus.<\/p>\n\n\n\n<p>Era o Comandante do Forte, o Ten Cel Sylvio Oct\u00e1vio de Espirito Santo.<\/p>\n\n\n\n<p>Rapidamente, n\u00f3s tr\u00eas, remanescente, nos levantamos respeitosamente, e o ouvimos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele nos perguntava se est\u00e1vamos com o \u201cAzul\u00e3o\u201d, primeiro uniforme da AMAN, com o qual sa\u00edamos em licenciamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Respondemos afirmativamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele, ent\u00e3o ordenou-nos, que nos fard\u00e1ssemos, que a partir daquele momento estar\u00edamos em miss\u00e3o, e que uma viatura j\u00e1 estava \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para nos conduzir \u00e0 sede do Clube Militar no centro da cidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Em l\u00e1 chegando, n\u00f3s tr\u00eas nos dirigimos ao Presidente do Clube, o qual em estado aparvalhado, nos encaminhou a um \u201cEncarregado designado para n\u00f3s\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Solicitei ao mesmo um local para n\u00f3s ficarmos, longe do corre-corre que l\u00e1 ocorria.<\/p>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o parecia a \u201cmiss\u00e3o \u00e0 Garcia\u201d ( Express\u00e3o cuja origem remonta \u00e0 Guerra Hispano Americana.<br>Um Oficial americano recebeu ordem de levar uma mensagem a Garcia, um l\u00edder cubano na luta pela independ\u00eancia daquele pa\u00eds.<br>Contudo, o atual paradeiro deste n\u00e3o era conhecido.<br>Hoje significa uma miss\u00e3o quase imposs\u00edvel de cumprir, devido \u00e0 falta de informa\u00e7\u00f5es), pois, n\u00e3o sab\u00edamos, at\u00e9 aquele momento, o que acontecia.<\/p>\n\n\n\n<p>Perguntado ao \u201cEncarregado\u201d, este n\u00e3o soube responder.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s Cadetes, altamente cr\u00edticos, o classificamos como um poss\u00edvel funcion\u00e1rio do terceiro escal\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s 12:15 h, procurei o \u201cEncarregado\u201d e perguntei sobre onde almo\u00e7ar\u00edamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltou logo em seguida e disse para almo\u00e7ar, por conta do Clube, num bar restaurante existente, ao lado do port\u00e3o lateral do pr\u00e9dio.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles j\u00e1 estavam avisados.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1, por notici\u00e1rio na televis\u00e3o, finalmente deduzimos a nossa miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Havia morrido em Fortaleza, fruto de um desastre a\u00e9reo, o sagaz estrategista, honest\u00edssimo e devotado patriota, o Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco.<\/p>\n\n\n\n<p>O avi\u00e3o que viajava, um Piper, colidira com um ca\u00e7a a jato da Base A\u00e9rea local, no dia anterior, 18 julho de 1967, uma ter\u00e7a-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu corpo estava sendo transferido para o Rio, para ser velado no Clube Militar.<\/p>\n\n\n\n<p>Por ocasi\u00e3o da nossa sobremesa, chegaram os outros tr\u00eas Cadetes que estavam no Forte Copacabana.<\/p>\n\n\n\n<p>Subimos para nosso local e l\u00e1 encontramos mais seis Cadetes que estavam em outra OM que os alojara.<\/p>\n\n\n\n<p>E quinze minutos mais tarde, vindo de sua casa, chegava o d\u00e9cimo terceiro e \u00faltimo refor\u00e7o da AMAN.<\/p>\n\n\n\n<p>Tinha sido um trabalho herc\u00faleo do Ten-Cel Sylvio.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo depois, chegou um \u00f4nibus da Escola Naval com trinta Aspirantes dos cem que foram disponibilizados, e um \u00f4nibus da Aeron\u00e1utica com vinte e cinco cadetes dos Cinquenta que foram disponibilizados.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9ramos, ent\u00e3o, sessenta e oito.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos reunimos num sal\u00e3o, o qual nos foi destinado e o Encarregado me apresentou como o Comandante.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz, ent\u00e3o, uma palestra cientificando todos, inclusive o Encarregado, dos fatos e de nossas atribui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>(Pelo menos o que julgava, pois ningu\u00e9m me informara nada). Nomeei meu Subcomandante para os Aspirantes Navais e o Subcomandante para os Cadetes da Aeron\u00e1utica.<\/p>\n\n\n\n<p>Solicitei ao Encarregado um telefone, caf\u00e9 e refresco sempre renovados.<br>&nbsp; &nbsp;<br>Com meus dois Subcomandantes, um Cadete do terceiro ano da AMAN e o Encarregado, partimos para um reconhecimento geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Descobrimos onde ficaria a urna funer\u00e1ria, o acesso a partir do port\u00e3o principal do pr\u00e9dio e uma escada, a qual dever\u00edamos subir levando a urna.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltamos para o sal\u00e3o, onde as cadeiras que estavam amontoadas num canto j\u00e1 haviam sido arrumadas pelos Cadetes.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz nova reuni\u00e3o, na qual estabeleci o protocolo de como seria a Guarda F\u00fanebre; sua disposi\u00e7\u00e3o; o modo de troca da Guarda; o tempo na posi\u00e7\u00e3o (que seria de quinze minutos); que, para subir a escada, seriam necess\u00e1rios cinco Cadetes de cada lado da urna e outros detalhes.<\/p>\n\n\n\n<p>Determinei que desequipassem e descansassem.<\/p>\n\n\n\n<p>Passado algum tempo, o corpo chegou num M 59, que era um blindado transporte de tropa sobre lagartas, pesando 20 toneladas e com uma altura de 2,80 m.<\/p>\n\n\n\n<p>O caix\u00e3o estava sobre o carro.<\/p>\n\n\n\n<p>O blindado, estacionou de r\u00e9 na porta principal do Clube, e dez Cadetes foram receber o caix\u00e3o para conduzi-lo ao local designado.<\/p>\n\n\n\n<p>Muito dif\u00edcil foi a retirada de cima do M 59.<\/p>\n\n\n\n<p>A guarni\u00e7\u00e3o do carro auxiliou, e muito.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dez Cadetes come\u00e7aram a levar o caix\u00e3o, o qual era muito pesado, pois era revestido de chumbo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o mesmo passo, de tal modo que n\u00e3o trope\u00e7assem, iniciou-se o percurso.<\/p>\n\n\n\n<p>Subir a escada foi um esfor\u00e7o monumental, mas Cadete sempre d\u00e1 o m\u00e1ximo de si e suplanta qualquer \u00f3bice.<br>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao entrar no sal\u00e3o designado, agora s\u00f3 seis Cadetes carregando o caix\u00e3o, tiveram dificuldades com pessoas se jogando sobre o caix\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>No empurra-empurra, a filha do ex-Presidente (salvo engano), quebrou com o rosto o vidro do caix\u00e3o, caindo sobre o falecido e se cortando.<\/p>\n\n\n\n<p>Rapidamente quatro Aspirantes a protegeram e a escoltaram para fora do sal\u00e3o, a fim de ser medicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma observa\u00e7\u00e3o cabe neste instante: \u201ccomo \u00e9 f\u00e1cil comandar homens livres, inteligentes e com iniciativa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Os Cadetes conseguiram colocar o caix\u00e3o sobre a mesa, mas o tumulto e confus\u00e3o, inclusive com gritos hist\u00e9ricos, continuava.<\/p>\n\n\n\n<p>Urgia tomar uma provid\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Coloquei cinquenta Cadetes, ( Aten\u00e7\u00e3o: sempre que me refiro a Cadetes me referencio ao conjunto de Cadetes do Ex\u00e9rcito e da Aeron\u00e1utica e de Aspirantes da Marinha), em duas colunas do lado de fora do sal\u00e3o, e comandei entrar marchando com passos curtos, for\u00e7ando caminho at\u00e9 se posicionarem vinte cinco de cada lado da mesa.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir, as colunas foram colocadas de frente para o exterior e comandei que, de bra\u00e7os dados for\u00e7assem os presentes at\u00e9 formar um c\u00edrculo de tr\u00eas metros de raio em torno do caix\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim permaneceram.<\/p>\n\n\n\n<p>Chamei o Encarregado, que estava branco, e solicitei uma vasilha, um servidor de Servi\u00e7os Gerais, para varrer os cacos de vidro no ch\u00e3o, uma r\u00e9gua, l\u00e1pis e papel, ou uma cartolina e tesoura.<\/p>\n\n\n\n<p>Rapidamente ele providenciou tudo, preferindo a cartolina e a tesoura.<\/p>\n\n\n\n<p>Com estas, recortei o molde para sobrepor um novo vidro, e o dei ao Encarregado, a fim de providenciar a aquisi\u00e7\u00e3o do mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed, ocorreu um problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou um burburinho, que os Cadetes deveriam liberar a \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>O tumulto inicial diminu\u00edra, mas com agita\u00e7\u00e3o poderia aumentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Escolhi um Coronel, que parecia mais exaltado, dirigi-me at\u00e9 ele e me apresentei.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele mal reagiu e eu perguntei ao mesmo se ele queria assumir.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele respondeu que n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Prestei-lhe a contin\u00eancia regulamentar, solicitei permiss\u00e3o para me retirar, dei meia volta e voltei para o centro do c\u00edrculo.<\/p>\n\n\n\n<p>Acabou qualquer sinal de tumulto, fez-se um sil\u00eancio respeitoso.<\/p>\n\n\n\n<p>Benditas aulas de psicologia que tivera na AMAN.<\/p>\n\n\n\n<p>Chegou o vidro.<\/p>\n\n\n\n<p>De posse da vasilha, comecei a catar os cacos e caquinhos de vidro do caix\u00e3o e de cima do rosto do ex-Presidente, com todo carinho e respeito que tinha por ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobrepus o vidro.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltei-me para os Cadetes e mandei se retirarem do sal\u00e3o, um sim, um n\u00e3o do c\u00edrculo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mandei que os restantes se voltassem para o interior.<\/p>\n\n\n\n<p>Ningu\u00e9m dos presentes avan\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p>Acendi as velas dos candelabros.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os Cadetes ainda presentes, formei a guarda f\u00fanebre com dois Aspirantes da Marinha, dois Cadetes do Ex\u00e9rcito e dois da Aeron\u00e1utica, um trio de cada lado, todos ainda dentro do c\u00edrculo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com os \u00e2nimos serenados, mandei que os Cadetes abrissem o norte e o sul do c\u00edrculo, para que a as pessoas come\u00e7assem a passar pelo corpo.<\/p>\n\n\n\n<p>Solicitei ao Encarregado corda, grade ou fita, de tal forma que delimitasse as filas.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e3o logo, chegaram as fitas, retirei os dezenove Cadetes restantes do c\u00edrculo e fomos para nosso local.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de substitui\u00e7\u00e3o da Guarda, procedeu-se normalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>Fato curioso foi o dos Cadetes por natureza gozadores e altamente cr\u00edticos, que no alojamento repetiam, inclusive com encena\u00e7\u00e3o, o evento com o Coronel.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s pe\u00e7o ao mesmo, agora, minhas desculpas por t\u00ea-lo usado como \u201cboi de piranha\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No alojamento, solicitei ao Encarregado trinta e tr\u00eas colch\u00f5es, travesseiros e cobertores os quais foram conseguidos de uma OM.<\/p>\n\n\n\n<p>Telefonei para minha noiva, a qual j\u00e1 sabia, pois acompanhava o fato pelos notici\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Me reuni com meus dois Subcomandantes e disse-lhes que bastavam manter l\u00e1 dez homens, al\u00e9m deles.<\/p>\n\n\n\n<p>Desse modo, poderiam fazer revezamento a partir de suas Escolas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s da AMAN, jantamos, gentilmente convidados pela Escola Naval, aonde aproveitamos para um banho.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s dez horas mudei o turno de quinze para trinta minutos, pois, como o pessoal da AMAN eram apenas treze cadetes, abriu-se um intervalo de duas horas e meia para repouso ao longo da noite.<\/p>\n\n\n\n<p>A Escola Naval nos mandou a ceia.<br>&nbsp;&nbsp;<br>No dia seguinte, 20, fomos tomar um senhor caf\u00e9 da manh\u00e3 na Escola Naval.<\/p>\n\n\n\n<p>No meio da manh\u00e3 levamos o caix\u00e3o para um carro f\u00fanebre, que estava na porta principal do pr\u00e9dio.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apresentei-me ao Presidente do Clube, o qual nos agradeceu e dispensou.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s uma pequena alocu\u00e7\u00e3o aos Cadetes e Aspirantes os dispensei.<\/p>\n\n\n\n<p>Agradeci ao Encarregado pela sua efici\u00eancia, sua sempre presen\u00e7a, paci\u00eancia e amizade formada.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s da AMAN fomos para Escola Naval, a qual nos forneceu condu\u00e7\u00e3o para nossos destinos.<\/p>\n\n\n\n<p>Agradeci ao Oficial de Dia, e pedi que agradecesse ao Oficial de Dia anterior e, em nome da AMAN, ao Comandante da Escola, pelo apoio.<\/p>\n\n\n\n<p>Em chegando ao Forte Copacabana, apresentei-me ao Ten-Cel Sylvio, pelo t\u00e9rmino da miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s, n\u00f3s seis fomos para o alojamento, onde virtualmente ca\u00edmos na cama e desmaiamos.<\/p>\n\n\n\n<p>De retorno \u00e0 AMAN, fiz um relat\u00f3rio oral ao meu Comandante de Pelot\u00e3o e pronto.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o meu primeiro Comando de fato.<br>\u00a0<br>\u00a0<br>Gen Bda Eng Mil Veterano Iber\u00ea Mariano da Silva \u2013 Engenheiro Eletr\u00f4nico e Nuclear \u2013 AMAN \u2013 CPEAEX &#8212; \u00a0Turma 1967 \u2013 Material B\u00e9lico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meu Primeiro Comando de Fato!&nbsp;Por Iber\u00ea Mariano da Silva&nbsp;Era um bel\u00edssimo dia de sol.Pregui\u00e7osamente, abria os olhos e me emocionava com os raios f\u00falgidos que atravessavam as janelas antigas, mas bem conservadas, de um dos alojamentos do Forte Copacabana. 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