{"id":3798,"date":"2022-07-06T06:00:00","date_gmt":"2022-07-06T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/?p=3798"},"modified":"2022-07-08T11:53:48","modified_gmt":"2022-07-08T14:53:48","slug":"lembranca-17","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/2022\/07\/06\/lembranca-17\/","title":{"rendered":"Lembran\u00e7a 17"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma Companhia de Material B\u00e9lico em Forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por Iber\u00ea Mariano da Silva.<\/p>\n\n\n\n<p>A 12\u00aa Cia Mat Bel &nbsp;foi criada a partir da mudan\u00e7a do CMA para Manaus.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 tinha o Comandante, o Maj Haroldo Azevedo da Rosa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao t\u00e9rmino do meu curso de paraquedista fizermos uma viagem por diversos pontos do pa\u00eds homologando ZLs ( Zona de Lan\u00e7amentos ).<\/p>\n\n\n\n<p>Coincidiu que ao homologar a ZL de Flores em Manaus, a Cia Mat Bel estava sendo criada.<\/p>\n\n\n\n<p>O Maj Haroldo, sabendo que eu era de Material B\u00e9lico,&nbsp; rapidamente entrou em contato comigo e me convidou para servir na nova Unidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Aceitei.<\/p>\n\n\n\n<p>E como tudo ocorria de maneira expressa na ocasi\u00e3o, quando chegamos da viagem&nbsp; no Rio, eu j\u00e1 estava transferido.<\/p>\n\n\n\n<p>Passamos a ser apenas dois Oficiais na Cia.<\/p>\n\n\n\n<p>Recrutar Pra\u00e7as especialistas, naquela \u00e9poca,&nbsp; em Manaus era imposs\u00edvel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Ex\u00e9rcito, ent\u00e3o, transferiu os nossos Pra\u00e7as art\u00edfices&nbsp; de Recife.<\/p>\n\n\n\n<p>Formamos, assim, o nosso quadro de pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu, os paparicava.<\/p>\n\n\n\n<p>Surgiu um pequeno problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo foi criado a 12\u00aa Cia PE, comandada pelo Cap Rud\u00e1 e seu Sub Cmt o Ten Inf Paes Barreto da minha turma de &nbsp;AMAN.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois do expediente,&nbsp; quando meu pessoal saia para passear,&nbsp; a PE os prendia e de acordo com as normas, eu tinha que enviar uma escolta armada para busc\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Tinha que mandar um of\u00edcio dizendo qual puni\u00e7\u00e3o fora aplicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre enviava que fora uma repreens\u00e3o verbal sem constar em boletim. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Isto estava enchendo o saco, pois meus Cabos e Soldados eram todos engajados e mais velhos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o adiantou conversar com o Paes Barreto. Tinha que ter rea\u00e7\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>A viatura Choque da PE era abastecida na minha Cia.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de agora, a viatura ficava esperando umas duas horas, pois como desculpa, o respons\u00e1vel pela bomba estava ainda preso na PE e n\u00e3o tinha chegado ainda.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o adiantou o primeiro alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed foi trazida a viatura Choque, a \u00fanica que a PE tinha, para consertar o limpador de para-brisas.<\/p>\n\n\n\n<p>Entrou na oficina.<\/p>\n\n\n\n<p>Um Soldado veio a mim e disse que necessitava limpar o carburador, ok disse eu.<\/p>\n\n\n\n<p>Um Cabo me disse que a junta do motor estava vazando.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu autorizei.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia seguinte me disseram que o trambulador da caixa estava com defeito e pedia para retirar a caixa de mudan\u00e7a para reparo.<\/p>\n\n\n\n<p>E assim foi.<\/p>\n\n\n\n<p>Era a fia\u00e7\u00e3o que devia ser inspecionada, era o rolamento do card\u00e3, era o diferencial roncando etc.<\/p>\n\n\n\n<p>O Paes Barreto, depois de tr\u00eas semanas foi l\u00e1 ver o Choque que estava todo desmontado e nada pode falar, pois tinha cinco mec\u00e2nicos cuidando dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Pronto o Choque, e entregue, tudo recome\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisava, portanto, medida mais radical.<\/p>\n\n\n\n<p>Disse para meus Cabos e Soldados que daria uma dispensa por cada pe\u00e7a do uniforme dos PE.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p>Eram capacete, bra\u00e7al,&nbsp; cassetete, cinto, &nbsp;etc, que chegava todo dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os nossos Cabos e Soldados se uniram a outros de outras Unidades e formavam emboscada para a PE.<\/p>\n\n\n\n<p>Ficavam escondidos em ruas perpendiculares e colocavam uns dois ou tr\u00eas batendo papo como chamarizes, aonde sabiam que o Choque ia passar.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o Choque vinha, parava e os PE desciam para prender, eles corriam.<\/p>\n\n\n\n<p>A PE corria atr\u00e1s e a\u00ed saia uma massa que prendiam os PE e os despojavam dos equipamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Passado uma semana, o Paes Barreto foi me visitar e me falou que eles estavam quase sem equipamentos e que seus comandados estavam com receio de sair em patrulha.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu lhe falei que meu pessoal tamb\u00e9m tinham receios de serem presos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o,&nbsp; ele me pediu um armist\u00edcio.<\/p>\n\n\n\n<p>E disse que a PE n\u00e3o prenderia mais o meu pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>Pediu a devolu\u00e7\u00e3o dos equipamentos da PE.<\/p>\n\n\n\n<p>Levei-o at\u00e9 uma saleta, plena de equipamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele ficou assustado com a quantidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Levou todo material e nunca mais um Pra\u00e7a da minha Cia foi preso.<\/p>\n\n\n\n<p>Acabou.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos para outro evento com meu pessoal.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu era o Chefe do DRCL ( Dep\u00f3sito Regional de Combust\u00edvel e Lubrificantes ).<\/p>\n\n\n\n<p>Estava com um baita problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tanques de combust\u00edvel,&nbsp; se enterrados eram por impuls\u00e3o do terreno empurrados para fora, se colocados acima do solo a evapora\u00e7\u00e3o era dez vezes maior do que era recomendado pelas normas vigentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Solicitei aos meus Pra\u00e7as que cavassem um buraco de 2,8 m de profundidade e de 3,5&nbsp; por 5 m de largura.<\/p>\n\n\n\n<p>Com concreto armado foram forrados as paredes e o fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi feito duas bases para assentar &nbsp;um tanque.<\/p>\n\n\n\n<p>Com bombas, &nbsp;o combust\u00edvel era lan\u00e7ados para as bombas de combust\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi ent\u00e3o constru\u00eddo uma laje com passagem para reabastecer o tanque, energia, dreno, sa\u00edda do combust\u00edvel,&nbsp; e um al\u00e7ap\u00e3o para vistoria.<\/p>\n\n\n\n<p>A bomba de combust\u00edvel foi instalada sobre a laje.<\/p>\n\n\n\n<p>No final comprei uma televis\u00e3o de 21 polegadas preto e branco ( TV colorida s\u00f3 chegou ao Brasil em 1972 ) para ser instalada no alojamento das Pra\u00e7as,&nbsp; conforme prometera.<\/p>\n\n\n\n<p>A evapora\u00e7\u00e3o foi para o normal.<\/p>\n\n\n\n<p>Duas semanas depois, recebi a visita de dois \u201cDiretores&#8221; da REMAN ( Refinaria Manaus ), que pediram para ver a instala\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s examinarem muito, me perguntaram se eu venderia a patente.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu os informei que trabalhava para o Ex\u00e9rcito e como tal, todo produto criado pertencia ao Ex\u00e9rcito.<\/p>\n\n\n\n<p>O que os deixou tristes.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isto \u00e9 uma t\u00e9cnica de negocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Informei-os que havia outro meio.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles se empolgaram &nbsp;e quiseram saber como.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu lhes disse que era escambo.<\/p>\n\n\n\n<p>Poderia trocar o direito de copiar, por um posto de lavagem e lubrifica\u00e7\u00e3o, duas bombas de combust\u00edvel e que eles fizessem a primeira c\u00f3pia ao lado da minha instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, eles poderiam fazer a planta \u201cAs Build&#8221; sob minha supervis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles toparam.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquilo que meus Soldados levaram 40 dias, eles com m\u00e1quinas fizeram em tr\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Assinadas as papeladas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ambas as partes ficaram satisfeitas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s t\u00ednhamos em Manaus, expediente de segunda-feira at\u00e9 s\u00e1bado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s quartas-feiras e s\u00e1bados era meio expediente.<\/p>\n\n\n\n<p>O Maj Haroldo e eu, no s\u00e1bado faz\u00edamos um almo\u00e7o visando Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Faz\u00edamos grandes neg\u00f3cios para a Companhia.<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00e1rias personalidades eram convidadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pessoal constante nestes almo\u00e7os era o Sr J\u00falio Le Martine, Gerente do Banco Bradesco &nbsp;em Manaus.<\/p>\n\n\n\n<p>Ali\u00e1s,&nbsp; o Julinho e eu desenvolvemos o processo de um cart\u00e3o que seria abastecida de montante de dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O possuidor, numa loja, ao comprar qualquer coisa, passava para o cart\u00e3o do comerciante, o valor da compra.<\/p>\n\n\n\n<p>O comerciante, quando desejasse, poderia descarregar o acumulado no seu cart\u00e3o,&nbsp; para sua conta banc\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Este cart\u00e3o era protegido por senha do usu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo era muito vantajoso.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo muito bem explicado, foi o relat\u00f3rio enviado para a Matriz do Bradesco.<\/p>\n\n\n\n<p>O Julinho foi promovido.<\/p>\n\n\n\n<p>O Julinho se ofereceu para financiar t\u00e1xis (Fusc\u00e3o) para meus Pra\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>De cara 15 aceitaram e depois mais 12.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu era o fiador.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o havia problema,&nbsp; pois eu era o Tesoureiro e, na \u00e9poca,&nbsp; os pagamento dos pra\u00e7as era em dinheiro vivo pago pelo tesoureiro e pelo furiel.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, todos iam batalhar na pra\u00e7a ap\u00f3s o expediente &nbsp;e melhorarem suas condi\u00e7\u00f5es de vida.<br>&nbsp;<br>Em Manaus havia um grande problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Era o tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma baderna cheio de pickups e motos.<\/p>\n\n\n\n<p>Morriam cerca de 4 pessoas por dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dia, o Governador mandou chamar o Maj Haroldo e a mim, informou-nos de sua vontade de resolver a situa\u00e7\u00e3o e nos nomeou Interventores Oficiais no tr\u00e2nsito com plenos poderes.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s passamos uma semana nos organizando e planejando.<\/p>\n\n\n\n<p>Preparamos provas escritas com 100 perguntas cada, preparamos equipamentos para testes de Rea\u00e7\u00e3o e Aten\u00e7\u00e3o,&nbsp; testes de acuidade visual&nbsp; etc ( a imprensa os apelidou de instrumentos de tortura do Ten Iber\u00ea ).<\/p>\n\n\n\n<p>Preparamos pistas de provas de condu\u00e7\u00e3o para motos e ve\u00edculos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, est\u00e1vamos prontos para novos exames.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed,&nbsp; fizemos uma carteirinha de sub xerifes para todos nossos taxistas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Eles tinham o poder de ao ver uma barberagem ou uma viola\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito, apreenderem a carteira do motorista.<\/p>\n\n\n\n<p>A PM ficou encarregada de apreender a viatura conduzida por motorista sem habilita\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como nossos taxista se confundiam com os outros in\u00fameros da cidade, todo mundo passou a ficar muito alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>O Exame para nova carteira era feito uma vez por m\u00eas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O reprovado s\u00f3 podia fazer outro tr\u00eas meses depois.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio a taxa de aprova\u00e7\u00e3o era de 10% e a imprensa caia de pau em cima da gente.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, passado 4 meses, passou-se a ter apenas um ferido grave de 3 em 3 dias.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed, a imprensa tinha Deus no c\u00e9u e o Governador e n\u00f3s na terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Um fato triste a se notar, era que antes, quando morriam 4 por dia, tinha um procedimento desesperado nos hospitais.<\/p>\n\n\n\n<p>Por medicamentos escassos na cidade,&nbsp; o paciente era examinado para ver se tinha chance de viver.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso negativo, eles recebiam apenas medicamento para n\u00e3o sentir dor.<\/p>\n\n\n\n<p>Gen Bda Eng Mil Veterano Iber\u00ea Mariano da Silva \u2013 Engenheiro Eletr\u00f4nico e Nuclear \u2013 AMAN \u2013 CPEAEX &#8212; \u00a0Turma 1967 \u2013 Material B\u00e9lico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma Companhia de Material B\u00e9lico em Forma\u00e7\u00e3o. Por Iber\u00ea Mariano da Silva. A 12\u00aa Cia Mat Bel &nbsp;foi criada a partir da mudan\u00e7a do CMA para Manaus. S\u00f3 tinha o Comandante, o Maj Haroldo Azevedo da Rosa. Ao t\u00e9rmino do meu curso de paraquedista fizermos uma viagem por diversos pontos do pa\u00eds homologando ZLs (&hellip;&nbsp;<a href=\"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/2022\/07\/06\/lembranca-17\/\" class=\"\" rel=\"bookmark\">Ler mais &raquo;<span class=\"screen-reader-text\">Lembran\u00e7a 17<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3785,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"neve_meta_sidebar":"full-width","neve_meta_container":"","neve_meta_enable_content_width":"","neve_meta_content_width":0,"neve_meta_title_alignment":"center","neve_meta_author_avatar":"","neve_post_elements_order":"[\"title\",\"meta\",\"content\",\"tags\",\"comments\"]","neve_meta_disable_header":"","neve_meta_disable_footer":"","neve_meta_disable_title":"","footnotes":""},"categories":[16],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3798"}],"collection":[{"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3798"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3798\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3829,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3798\/revisions\/3829"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3785"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3798"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3798"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3798"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}