{"id":3935,"date":"2022-07-25T21:23:47","date_gmt":"2022-07-26T00:23:47","guid":{"rendered":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/?p=3935"},"modified":"2022-07-25T21:23:48","modified_gmt":"2022-07-26T00:23:48","slug":"lembranca-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/2022\/07\/25\/lembranca-19\/","title":{"rendered":"Lembran\u00e7a 19"},"content":{"rendered":"\n<p>Sobrevoando a Amaz\u00f4nia<br>Por Iber\u00ea Mariano da Silva.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira vez que sobrevoei a Amaz\u00f4nia foi ao t\u00e9rmino do curso de Mestre Salto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao finalizar o curso faz\u00edamos uma viagem apelidada de \u201cVolta ao Mundo&#8221; que servia, tamb\u00e9m,&nbsp; para homologar ZLs ( Zona de Lan\u00e7amento ).<\/p>\n\n\n\n<p>Todos alunos foram em dois C115 B\u00fafalos.<\/p>\n\n\n\n<p>O piloto do meu avi\u00e3o era o Cap Ary.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois pilotos dos avi\u00f5es, aproveitaram a viagem para circundar o Pico da Neblina, o qual tinha sido rec\u00e9m estabelecido como ponto culminante do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi nesta viagem que fui convidado a servir na 12\u00aa Cia Material B\u00e9lico &nbsp;em Manaus.<\/p>\n\n\n\n<p>No retorno para o Rio, fizemos uma escala em Porto Velho.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi o meu primeiro incidente.<\/p>\n\n\n\n<p>O meu avi\u00e3o deu uma pane.<\/p>\n\n\n\n<p>O Comandante da miss\u00e3o era o Ten Cel Pacheco, que comandava Centro de Instru\u00e7\u00e3o Paraquedista General Pe\u00f1a Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele me mandou verificar ( por ser o \u00fanico de Mat Bel )&nbsp; com os mec\u00e2nicos o que tinha havido que acarretara a paraliza\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o e que nos manteria retidos em Porto Velho por tr\u00eas dias no m\u00ednimo.<\/p>\n\n\n\n<p>Fui e batendo papo com os mec\u00e2nicos da FAB, aprendi que o C115 tinha um sistema \u00fanico de \u00f3leo hidr\u00e1ulico.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele servia para o leme, flaps, rampa, freio aerodin\u00e2mico, freios, trem de pouso e superf\u00edcies de controle de v\u00f4o.<\/p>\n\n\n\n<p>Este circuito estava com vazamento em uma asa.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, o avi\u00e3o estava incapacitado de voar e tinha que esperar que as pe\u00e7as necess\u00e1rias viessem do Rio de Janeiro. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Me intrometi, como \u00e9 o meu costume, e disse que numa viatura, quando em manobra, se isto acontecesse no sistema de freio em uma roda, nos a bloque\u00e1vamos com um plug terminal.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles riram a princ\u00edpio,&nbsp; mas come\u00e7aram a conversar.<\/p>\n\n\n\n<p>Chamaram os pilotos e discutiram se seria vi\u00e1vel voar com uma asa travada.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos em acordo, me disseram tudo bem, mas eles n\u00e3o tinham o plug.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu pedi a dimens\u00e3o da rosca do encaixe da tubula\u00e7\u00e3o,&nbsp; antes do vazamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma viatura da Base A\u00e9rea, fui at\u00e9 o 5\u00ba BEC e conversei com Comandante explicando a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele me perguntou se eu sabia tornear.<\/p>\n\n\n\n<p>Disse-lhe que aprendera na AMAN.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele me deu acesso \u00e0 sua oficina e o material necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi comigo.<\/p>\n\n\n\n<p>Torneei a pe\u00e7a de dois cm.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltei at\u00e9 a Base e entreguei a pe\u00e7a aos mec\u00e2nicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Colocado no local, ela encaixou como uma luva, ( Benditas aulas pr\u00e1ticas de TPO Teoria e Pr\u00e1tica de Oficina no Mat Bel na AMAN ).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s travarem os flaps na posi\u00e7\u00e3o horizontal, os mec\u00e2nicos chamaram os pilotos para verificarem.<\/p>\n\n\n\n<p>O Cmt Ary, ent\u00e3o, subiu no C115 e o ligou. Verificou que tudo estava pressurizado e os mec\u00e2nicos verificaram que n\u00e3o tinha mais vazamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi dada a ordem para os alunos embarcarem nos dois C115.<\/p>\n\n\n\n<p>Decolamos, tudo normal.<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas o avi\u00e3o quando tinha que virar para um lado, virava \u00be de volta pelo outro lado.<\/p>\n\n\n\n<p>O Cmt da miss\u00e3o&nbsp; me chamou e me perguntou o que fora feito.<\/p>\n\n\n\n<p>Relatei a ele tudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele me perguntou se podia mandar os alunos desequipar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o falei nada, s\u00f3 apontei para a tripula\u00e7\u00e3o &nbsp;que estavam com seus paraquedas ( Nota. \u00c9 costume os militares depois da decolagem retirarem seus paraquedas reservas a comando ).<\/p>\n\n\n\n<p>Todos alunos que n\u00e3o sabiam de nada, baixinho, reclamavam que o Cmt n\u00e3o dera a ordem de desequipar.<\/p>\n\n\n\n<p>Voamos direto para o Rio. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os alunos s\u00f3 perceberam que tinha algo de anormal, quando ao aterrissar, o avi\u00e3o foi seguido por diversos carros de bombeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de ver os mec\u00e2nicos virem me cumprimentar,&nbsp; bem como o piloto Cap Ary, vieram me perguntar o por qu\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 hoje, quando encontro colegas do Curso de Mestre Salto, por brincadeira, me xingam.<\/p>\n\n\n\n<p>Servindo na 12\u00aa Cia Mat Bel,&nbsp; eu vivia viajando de avi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral era em hidroavi\u00e3o Catalina, e uma vez ou outra era de Albatroz.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles eram baseados na Base A\u00e9rea de Bel\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>O lema deles era: \u201cDevagar Eu Chego L\u00e1\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Estive em Bonfim, Surumum, Normandia, Boa Vista, Feij\u00f3, Cruzeiro do Sul ( 12 mulheres por cada homem ), Barcelos ( tr\u00e2nsito terr\u00edvel, tinha apenas dois caminh\u00f5es e tr\u00eas caminhonetes todos dirigidos por freiras ), Humait\u00e1,&nbsp; Tabatinga,&nbsp; Palmeiras dos \u00cdndios,&nbsp; I\u00e7a, Juru\u00e1,&nbsp; Estir\u00e3o do Equador, Tef\u00e9, Iauret\u00ea, ( guarni\u00e7\u00e3o de apenas um Sargento que dormia num quarto de um convento de freiras. N\u00e3o sei o porqu\u00ea ele era t\u00e3o magrinho\u2026), Forte Pr\u00edncipe da Beira, Cucu\u00ed e muitas outras cidades, se pudermos as chamar assim.<\/p>\n\n\n\n<p>E eu, n\u00e3o raras vezes, recebia ordem no seguinte teor.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTenente, tem um Catalina no aeroporto de Flores com os motores ligados lhe esperando\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Passava, dava um beijo na esposa e l\u00e1 ia eu.<\/p>\n\n\n\n<p>No avi\u00e3o, depois de perguntar ao piloto qual era nosso destino, ele me entregava um documento dizendo qual era a miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu era o \u00fanico Oficial de Material B\u00e9lico em todo CMA.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de resolver todos problemas de Armamento e Muni\u00e7\u00f5es da OM apoiada, ia ver as Viaturas e Material de Engenharia.<\/p>\n\n\n\n<p>Fazia os pareceres t\u00e9cnicos ( j\u00e1 levava comigo documentos j\u00e1 feitos com apenas lacunas a serem preenchidas ).<\/p>\n\n\n\n<p>Lia, modificava e assinava inqu\u00e9ritos t\u00e9cnicos feitos nas OMs, orientava na confec\u00e7\u00e3o de pedidos de material, etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo era feito de modo r\u00e1pido devido as demais miss\u00f5es nas outras escalas do avi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando descolava ( um hidroavi\u00e3o n\u00e3o decola, ele descola ), falava com o piloto e este atrav\u00e9s das torres me colocava em contato por telefone com a 12\u00aa Cia Mat Bel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Passava para ela os pedidos e l\u00e1,&nbsp; eles j\u00e1 iam providenciando para serem remetidos no pr\u00f3ximo v\u00f4o da FAB.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo era feito de modo muito expedito.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 claro, com a quantidade de voos e o ambiente hostil, n\u00e3o podia passar em branco os incidentes\/acidentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Vou relatar os principais que me lembro.<\/p>\n\n\n\n<p>1-&nbsp;Um tronco de \u00e1rvore veio pela correnteza em dire\u00e7\u00e3o ao avi\u00e3o que se encontrava pousado e o perfurou.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois pilotos e dois mec\u00e2nicos,&nbsp; como uma equipe muito bem treinada, agiram rapidamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com motosserra cortaram o excesso das parte que estavam dentro e fora do avi\u00e3o e vedaram o furo com cimento r\u00e1pido.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa Amaz\u00f4nia as solu\u00e7\u00f5es s\u00e3o amaz\u00f4nicas \u201c<\/p>\n\n\n\n<p>2-&nbsp;O Catalina leva dois mec\u00e2nicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um deles \u00e9 o mec\u00e2nico la\u00e7ador.<\/p>\n\n\n\n<p>Explico.<\/p>\n\n\n\n<p>Como se fosse um cap\u00f4 de carro a parte frontal do avi\u00e3o se abre como um al\u00e7ap\u00e3o duplo.<\/p>\n\n\n\n<p>O mec\u00e2nico passando por baixo, chega na parte da frente aberta e com um la\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>O piloto dirige o avi\u00e3o aproximando-o de uma boia ancorada flutuando no Rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O mec\u00e2nico, como um Cowboy , la\u00e7a a boia.<\/p>\n\n\n\n<p>O outro lado da corda \u00e9 presa no avi\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, o avi\u00e3o fica ancorado tamb\u00e9m e pode desligar os motores.<\/p>\n\n\n\n<p>O incidente se deu, quando devido uma correnteza mais forte, a boia foi levada.<\/p>\n\n\n\n<p>O avi\u00e3o ficou sem poder parar e desligar os motores.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o ele foi obrigado a subir num banco de areia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para sair, depois, cerca de dez freiras com vestes brancas ficavam pulando em cima da asa do avi\u00e3o,&nbsp; enquanto os homens empurravam o mesmo para desencalh\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi surreal.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho foto.<\/p>\n\n\n\n<p>3-&nbsp; O Catalina, &nbsp;quando vai aquatissar,&nbsp; baixa duas balsas dobrando as pontas das asas para que as mesmas n\u00e3o afundem no rio arrancando-as.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando vai aterrissar, as balsas ficam no prolongamento das asas, pois se batessem no solo, as asas seriam danificadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Numa das minhas viagens, quando ia aquatissar no Rio Guapor\u00e9 e o piloto comandou o abaixamento das balsas nas pontas das asas, o mec\u00e2nico veio conferir.<\/p>\n\n\n\n<p>O mec\u00e2nico olhou para a asa direita e fez o sinal de positivo, quando olhou para a esquerda, abaixou o polegar e fez o sinal de \u201ctop, top, top&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma manivela tentou abaixar manualmente a dita balsa.<\/p>\n\n\n\n<p>Tentou levantar a balsa da asa direita.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o conseguiu.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto o avi\u00e3o n\u00e3o podia mais nem aquatissar, nem aterrissar.<\/p>\n\n\n\n<p>As freiras ( que sempre voavam nos v\u00f4os ), come\u00e7aram a rezar com os ter\u00e7os nas m\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu s\u00f3 ouvia o ru\u00eddo das ora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O piloto, depois de muito procurar, encontrou um local para pousar todo enlameado.<\/p>\n\n\n\n<p>Os mec\u00e2nicos consertaram o mecanismo das balsas das asas e seguimos viagem.<\/p>\n\n\n\n<p>4-&nbsp; Nos v\u00f4os do Catalina sobre a Amaz\u00f4nia, o guiamento era feito de modo muito rudimentar.<\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00e9poca n\u00e3o havia o GPS e n\u00e3o havia r\u00e1dios far\u00f3is na \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>O guiamento se fazia atrav\u00e9s de identifica\u00e7\u00e3o de pontos not\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Explico.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma carta sobre os joelhos, o piloto Identificava um ponto not\u00e1vel adiante do ponto que se estava.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Este ponto not\u00e1vel poderia ser um meandro do rio, uma ilha, uma praia, um banco de areia, uma protuber\u00e2ncia do terreno, uma \u00e1rvore com cor distinta das demais etc.<\/p>\n\n\n\n<p>O piloto via a dire\u00e7\u00e3o e media com uma r\u00e9gua especial a dist\u00e2ncia,&nbsp; a calibrava com a velocidade do avi\u00e3o indicada pelo tubo de Pitot, e com isto tinha o tempo para chegar ao novo ponto not\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Um cron\u00f4metro era acionado.<\/p>\n\n\n\n<p>O v\u00f4o era feito a 100, 200 metros de altura.<\/p>\n\n\n\n<p>Chegando ao ponto not\u00e1vel &nbsp;esperado, identificava-se o pr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o novo ponto n\u00e3o era visto, voltava-se no contra azimute para o ponto anterior e iniciava-se tudo novamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim se fazia toda rota.<\/p>\n\n\n\n<p>Bem rudimentar, n\u00e3o?<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos ao incidente que eu vivi.<\/p>\n\n\n\n<p>O piloto n\u00e3o encontrou o novo ponto not\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Tentou voltar para o anterior e n\u00e3o encontrou.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi adiante novamente e nada.<\/p>\n\n\n\n<p>Come\u00e7amos um v\u00f4o \u00e0s cegas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vai adiante, retorna um pouco, vira para direita, vira para esquerda, segue em frente e nada.<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo, nesta situa\u00e7\u00e3o, passa de modo diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 se foram cinco horas de procura.<\/p>\n\n\n\n<p>Restava menos de dez minutos de combust\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Avistamos, sim, pois agora todos a bordo procuravam,&nbsp; uma diminuta cidadezinha \u00e0 beira de um Rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquatissamos.<\/p>\n\n\n\n<p>Fomos recebidos pela popula\u00e7\u00e3o que falava castelhano.<\/p>\n\n\n\n<p>Descobrimos que est\u00e1vamos no Rio Maranhon ( nome do Rio Amazonas antes de entrar no Brasil ).<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1vamos a 100 km adentro da fronteira do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Est\u00e1vamos no Peru.<\/p>\n\n\n\n<p>Tem mais pequenos incidentes em outros v\u00f4os,&nbsp; mas de pequenas signific\u00e2ncia tais como das onze vezes que tentamos chegar a Palmeira dos \u00cdndios, s\u00f3 conseguimos duas.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 General e com todo Estado Maior a bordo de um C115, n\u00e3o consegu\u00edamos enxergar Manaus para pousar devido ao nevoeiro intenso.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isto \u00e9 outro caso.<\/p>\n\n\n\n<p>Com tantos v\u00f4os sobre a Amaz\u00f4nia,&nbsp; sei apenas, que cada v\u00f4o foi uma aventura.<\/p>\n\n\n\n<p>Gen Bda Eng Mil Veterano Iber\u00ea Mariano da Silva \u2013 Engenheiro Eletr\u00f4nico e Nuclear \u2013 MSc AMAN \u2013 CPEAEX &#8212;&nbsp; Turma 1967 \u2013 Material B\u00e9lico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sobrevoando a Amaz\u00f4niaPor Iber\u00ea Mariano da Silva. 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