{"id":4016,"date":"2022-08-17T06:00:00","date_gmt":"2022-08-17T09:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/?p=4016"},"modified":"2022-08-15T11:39:28","modified_gmt":"2022-08-15T14:39:28","slug":"lembranca-22","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cvmarj.org.br\/site\/index.php\/2022\/08\/17\/lembranca-22\/","title":{"rendered":"Lembran\u00e7a 22"},"content":{"rendered":"\n<p>Minhas Lembran\u00e7as e Participa\u00e7\u00f5es na \u00c1rea de M\u00edsseis e Foguetes ( parte2 )<br>Por Iber\u00ea Mariano da Silva.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 25 de agosto de 1968, fomos promovidos a 2\u00ba&nbsp; Tenente.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu, por escolha, fui classificado na 4\u00aa Cia M\u00e9 de Mnt em Campo Grande, MT.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1,&nbsp; ap\u00f3s um tempo, o Comandante Maj Jaime Iraj\u00e1 Pereira, cedeu-me um sal\u00e3o ( antiga pris\u00e3o em desuso )&nbsp; para fazer minhas experi\u00eancias com combust\u00edvel l\u00edquido ( \u00c1cido n\u00edtrico em presen\u00e7a de \u00e1cido sulf\u00farico &nbsp;e Terebentina ). &nbsp;<br>Um dia o Maj me chamou e pediu para ver os l\u00edquidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Levei em dois vidrinhos pequenos para ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele perguntou se aquilo funcionava.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu disse que estava quase pronto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele, ent\u00e3o, me falou para derramar o conte\u00fado no seu lindo cinzeiro de cristal.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu lhe disse que era perigoso.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele insistiu.<\/p>\n\n\n\n<p>Derramei um pouquinho em cada lado do cinzeiro e me afastei.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois l\u00edquidos ao se encontrarem levantaram uma chama de um metro de altura e o cinzeiro espatifou. Ca\u00edmos na risada.<\/p>\n\n\n\n<p>Torneei um tarugo met\u00e1lico de 10 cm de di\u00e2metro fazendo uma c\u00e2mara de combust\u00e3o esf\u00e9rica ( um trabalh\u00e3o demorado feito em duas metades semiesf\u00e9ricas atarrax\u00e1veis ), seguida de um venture com os \u00e2ngulos aprendidos ( 30\u00ba e 12\u00ba ) em uma das semiesferas, adaptei duas pequenas v\u00e1lvulas na outra semiesfera que s\u00f3 deixavam passar l\u00edquido numa dire\u00e7\u00e3o e sa\u00edda para duas tubula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>No meio da tubula\u00e7\u00e3o tinha duas v\u00e1lvulas el\u00e9tricas ( tipo m\u00e1quina de lavar ), mas de 12 volts DC ( Redhot ). As tubula\u00e7\u00f5es seguiam para dois reservat\u00f3rios de \u00e1gua que serviam para lavar o vidro do Fusca de modelo bem antigo. Os reservat\u00f3rios eram pressuriz\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p>Em cada um deles foi colocado uma das subst\u00e2ncias.<\/p>\n\n\n\n<p>Estava pronto o motor.<\/p>\n\n\n\n<p>Com vergalh\u00f5es foi feito o esqueleto do foguete de 1,5 metros de altura e dado forma com papel alum\u00ednio &nbsp;com tr\u00eas camadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 noite (eu era solteiro&nbsp; e dormia no quartel), apenas com um Soldado fiel &nbsp;me ajudando, levamos a tralha para o meio do campo de futebol e o acionamos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele subiu uns 10 metros, se tanto, e se despeda\u00e7ou.<\/p>\n\n\n\n<p>Recolhemos tudo e ningu\u00e9m tomou conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 guardei por muito tempo o motor propriamente dito.<\/p>\n\n\n\n<p>A\u00ed eu casei com &nbsp;minha querida Tania e tudo foi interrompido.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz Paraquedismo B\u00e1sico, Mestre Salto, Est\u00e1gio Aero Terrestre e Transporte A\u00e9reo em 1 ano; servi em Manaus 2 anos onde fiz Guerra na Selva; fiz o IME em 3 anos e fui classificado no CPrM ( Campo de Provas da Marambaia ) me apresentando no dia 16 de Dezembro de 1974.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltei \u00e0 \u00e1rea, novamente, que tratava tamb\u00e9m de foguetes.<\/p>\n\n\n\n<p>Dia 13 de Dezembro de 1974, foi lan\u00e7ado e rastreado pelo radar Adour franc\u00eas, rec\u00e9m instalado, o primeiro foguete X40.<\/p>\n\n\n\n<p>O Squib ( esp\u00e9cie de espoleta el\u00e9trica que inicia o propelente ) foi amadoramente ligado em 110 volts, mas o foguete voou bem.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 16 de Dezembro, foi lan\u00e7ado o segundo X40, &nbsp;que desta vez, muito mais amadoristicamente, o Squib foi ligado em 220 volts.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto, devido ao curto circuito provocado no interior do foguete, iniciou um inc\u00eandio dentro da c\u00e2mara de combust\u00e3o ocasionando a explos\u00e3o do mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p>Cheguei neste dia e o Comandante Cel Guerreiro Brito me deu como primeira miss\u00e3o&nbsp; fazer uma Caixa de Fogo ( dispositivo, que de modo control\u00e1vel, dispara um Squib ).<\/p>\n\n\n\n<p>Parti para fazer o projeto, estudei e projetei uma caixa de fogo para foguetes at\u00e9 com dois est\u00e1gios independentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Dei o nome de KV2.<\/p>\n\n\n\n<p>Era um dispositivo tipo CCB ( Controle Contra Burrice ).<\/p>\n\n\n\n<p>Eu n\u00e3o sabia que n\u00e3o podia fazer isto, mas eu escrevi para a NASA e solicitei os componentes e equipamentos necess\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles me remeteram em uma semana tudo e ainda agradeceram ( n\u00e3o sei o por qu\u00ea ).<\/p>\n\n\n\n<p>Constru\u00ed o sistema caixa de fogo, escrevi o manual e testei com Squibs que me foram fornecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela era ligada electronicamente ao Supervisor de Tiro, que do PCCT ( Posto Central de Comando de Tiro ), comandava \u201cfogo\u201d ( ordem de disparo ).<\/p>\n\n\n\n<p>Nota: Os dois primeiros lan\u00e7amentos foram disparados \u00e0 comando de voz.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, ainda havia um problema, ou seja, a origem dos tempos.<\/p>\n\n\n\n<p>O computador CII franc\u00eas (apelidado de \u201ctempeta\u201d dado seu comportamento temperamental de funcionar quando queria) era operado pelo Cap Char\u00e3o, o radar de rastreamento Adour franc\u00eas operado pelo inteligent\u00edssimo Ten QOE Quevedo, o PCCT operado pelo meu colega de AMAN o Cap Alegretti 341, o apontador \u00f3tico para o radar operado pelo Ten Cel Caroli, a equipe da Rampa de Lan\u00e7amento chefiado por mim e o pessoal dos tr\u00eas Postos \u00d3ticos, n\u00e3o possu\u00edam uma origem dos tempos \u00fanica.<\/p>\n\n\n\n<p>Fui at\u00e9 o Diretor do CPrM, o Cel Guerreiro Brito, relatei o problema e pedi permiss\u00e3o para sanar o problema.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele, com olhar enigm\u00e1tico, me permitiu.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00ednhamos um super rel\u00f3gio Patek &nbsp;Phillip, que fazia parte das necessidades do \u201ctempeta&#8221;, aonde era fixado o tempo do \u201cCount Down&#8221; ( contagem regressiva para o lan\u00e7amento ).<\/p>\n\n\n\n<p>Ele tinha um sinal de menos numa v\u00e1lvula Nixie enquanto o tempo era regressivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Este sinal era apagado quando o tempo passava a ser positivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Peguei do circuito o comando deste sinal, e constru\u00ed a placa KV7, que mandava para o PCCT atrav\u00e9s de um rel\u00e9 a autoriza\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie com o bot\u00e3o de disparo do supervisor de Tiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto sincronizou tudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Fiz a demonstra\u00e7\u00e3o para o Cel e este caiu na risada.<\/p>\n\n\n\n<p>Disse-me que os franceses ( que implantaram o Sistema de Rastreamento de M\u00edsseis na Marambaia ) lhe informaram, que a corre\u00e7\u00e3o do tempo zero era imposs\u00edvel e um projeto para isto custaria milhares de Francos.<\/p>\n\n\n\n<p>As vezes, o trabalho na rampa era dif\u00edcil quando o Radar detectava que haviam embarca\u00e7\u00f5es pesqueiras na zona PIP ( Ponto de Impacto Prov\u00e1vel,&nbsp; ou seja, o local aonde o foguete entraria &nbsp;no mar ).<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00ednhamos que apontar novamente o lan\u00e7ador colocando nova dire\u00e7\u00e3o e nova inclina\u00e7\u00e3o com uso de clin\u00f4metros e b\u00fassola.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo tinha que ser feito dentro do tempo da contagem regressiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dia, o Cap Alegretti, supervisor de tiro, me prop\u00f4s que fiz\u00e9ssemos uma rampa num caminh\u00e3o basculante.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma Ideia genial, que guardei na mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o Cap Alegretti, estive no CLFBI ( Centro de Lan\u00e7amento de Foguetes em Barreira do Inferno &#8211; Natal ) para adquirir informa\u00e7\u00f5es afim de confeccionar a Contagem Regressiva para lan\u00e7amentos.<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00e1 observei que o Sistema era igualzinho ao nosso.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00f3 que o radar era o Berg quatro vezes mais potente que o Adour.<\/p>\n\n\n\n<p>Os franceses venderam para n\u00f3s o Sistema Marambaia e o Sistema Barreira do Inferno praticamente iguais.<\/p>\n\n\n\n<p>Fizemos parte do programa Exametnet (rede experimental de meteorologia) da NASA com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais),&nbsp; e lan\u00e7avamos um foguete meteorol\u00f3gico, o Lokidart, toda semana ( mais de 40 lan\u00e7amentos ), assim como em outras diversas partes do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil era lan\u00e7ado na Marambaia ( CPrM ) e em Natal ( CLFBI ).<\/p>\n\n\n\n<p>Esta rede meteorol\u00f3gica gerava dados para o programa dos \u00f4nibus espaciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ganhei um diploma da NASA por ter ajudado o programa.<\/p>\n\n\n\n<p>O Lokidart tinha dois est\u00e1gios e 120G de acelera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A 60 km de altitude, ele expelia a carga \u00fatil que descia por meio de um paraquedas ( staroute ).<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, agora de baixo para cima, lan\u00e7avamos um bal\u00e3o meteorol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta forma, t\u00ednhamos o monitoramento completo ao longo dos 60 km.<\/p>\n\n\n\n<p>Fui \u00e0 Natal para aprender tudo.<\/p>\n\n\n\n<p>Perdemos os dois primeiros lan\u00e7amentos, pois procuramos a carga em local errado, devido em Natal, o vento na altitude de 60 km, \u00e9 de 5 km\/h.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1, no Rio, \u00e9 de 150 km\/h.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados recolhidos eram enviados para Houston e eles nos enviavam de volta, os dados de todas outras partes do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tudo ia para o INPE.<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7amos diversos X40, bem como o X20. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Chegamos ao ponto de cerca de meia noite no Natal de 1975, lan\u00e7armos tr\u00eas X40, um X20 e um Lokidart.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste dia, tive um pequeno acidente.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao lan\u00e7ar o segundo X40 e sair para preparar o terceiro, respirei a fuma\u00e7a oriunda do segundo e esta continha \u201dFosg\u00eanio\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ca\u00ed durinho no ch\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo ap\u00f3s receber oxig\u00eanio na ambul\u00e2ncia, sempre presente, voltei inteiro para preparar o terceiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Fato interessante \u00e9 que devido as nuvens estarem baixas, os foguetes ao atravess\u00e1-las, ainda queimando o combust\u00edvel,&nbsp; provocavam uma aur\u00e9ola no c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p>Isto ocasionou relatos de vistas de disco voador em diversos locais como Campo Grande, Santa Cruz e at\u00e9 em Niter\u00f3i.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda mais, que a EsACosAAe ( Escola de Artilharia de Costa e Anti-A\u00e9rea ) nos apoiava com seus imensos holofotes.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00ednhamos \u201cjanelas para lan\u00e7amento\u201d dadas pela Marinha que colocava an\u00fancio em \u201cAvisos aos Navegantes&#8221; e pela Aeron\u00e1utica.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda, refor\u00e7avamos a seguran\u00e7a com um espi\u00e3o, o Cap Iran, na torre do Aeroporto do Gale\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre Rio e S\u00e3o Paulo existem duas aerovias, a Uba e a Tuba, que correm ao longo da Restinga da Marambaia com tr\u00e1fego intenso.<\/p>\n\n\n\n<p>Com todas preocupa\u00e7\u00f5es poss\u00edveis e imagin\u00e1veis, ainda, incidentes acontecem.<\/p>\n\n\n\n<p>Certa vez, um ca\u00e7a da FAB, invadiu a \u00e1rea de exclus\u00e3o justamente&nbsp; no momento de um lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p>O foguete passou t\u00e3o perto que o Radar de Rastreamento desacoplou do foguete e passou a traquear o avi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu imagino o susto do piloto.<\/p>\n\n\n\n<p>Eu morei numa casa na Marambaia, ao lado da casa que alojava Generais no fim de semana.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dia, o Gen Ayrton, salvo engano, chamou e mandou me apresentar no IME e matricular no Curso de p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o&nbsp; em Energia Nuclear.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele pensava em formar um n\u00facleo de engenheiros para projetos mais audaciosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segue a terceira parte<\/p>\n\n\n\n<p>Gen Bda Eng Mil Veterano Iber\u00ea Mariano da Silva \u2013 Engenheiro Eletr\u00f4nico e Nuclear \u2013 MSc AMAN \u2013 CPEAEX &#8212;&nbsp; Turma 1967 \u2013 Material B\u00e9lico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Minhas Lembran\u00e7as e Participa\u00e7\u00f5es na \u00c1rea de M\u00edsseis e Foguetes ( parte2 )Por Iber\u00ea Mariano da Silva. Em 25 de agosto de 1968, fomos promovidos a 2\u00ba&nbsp; Tenente. Eu, por escolha, fui classificado na 4\u00aa Cia M\u00e9 de Mnt em Campo Grande, MT. 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